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A Elsa e a Anna de Frozen estão prestes a ganhar um novo curta metragem intitulado Febre Congelante que será exibido antes de Cinderela que estreia no Brasil em Abril.

Com essas princesas em alta novamente resolvi mostrar para vocês uma arte que eu achei super bonitinha e diferente que retratam essas carismáticas personagens Disney no estilo bem peculiar das produções do Tim Burton. 

As ilustrações possuem cores em tom bem frio e as personagens são retratadas com olhos bem grandes e marcantes conferindo-lhes um ar sombrio e cadavérico. Os traços lembram em muito produções como A Noiva Cadáver e O Estranho Mundo de Jack, ambos filmes do Tim Burton, o estilo dele é inconfundível e sabendo dosar acho que fica muito bom!

A autora dessas imagens é a artista japonesa Yoko que conseguiu manter todo o carisma das personagens mesmo deixando-as tão diferente de sua versão original. No tumblr da artista vocês encontram outros de seus trabalhos.

Eu já encontrei muitas ilustrações legais envolvendo essas personagens inclusive algumas artes conceituais super bonitas. As minhas preferidas viraram posts aqui no blog. Neste post aqui  vocês podem conferir as ilustrações feitas pela artista Brittney Lee. Nesse outro post a arte fica por conta de Jim Kim. Vale a pena conferir!

E vocês gostaram dessa misturinha entre as personagens Disney e o estilo do Tim Burton?

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Me sinto muito bem quando assisto a filmes de boa qualidade, principalmente quando minhas expectativas são superadas! Na última maratona de filmes que assisti, tive muitas surpresas positivas, na minha lista teve Donnie Darko, As Aventuras de Tintim, Inimigos públicos e vou começar por um que já havia assistido anteriormente, A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça!

Essa era apenas a terceira parceria entre Tim Burton e Johnny Depp e aqui o “Universo Burton” se faz presente mais uma vez. As características do autor gerou até uma expressão específica, o Burtonesco! O estranho, o sombrio, o macabro é retratado de maneira inocente, diria até mesmo doce, o que pra mim, torna suas produções muito atrativas.

O excepcional “A lenda do cavaleiro sem cabeça”, é baseado num conto americano “The Legend of Sleepy Hollow”, de Washington Irving publicado em 1820.

A história de desenrola no Vilarejo de Sleepy Hollow, quando o policial Ichabod Crane (Johnny Depp) é convocado para ir investigar estranhos assassinatos que assolam o local. Os crimes seguiam invariavelmente um mesmo padrão, todas as vítimas eram decapitadas, fato que fez com que a população local passasse a atribuir os assassinatos a figura de um sanguinário guerreiro a muito, morto. A crença de que o assassino era na verdade, a figura fantasmagórica e agourenta de Hessian Horseman, guerreiro conhecido por sua insaciável sede de sangue, não fez com que o cético investigador deixasse de tentar provar por meios lógicos, a resolução desses crimes.

Logo percebemos que os métodos de investigação de Ichabod são completamente peculiares, ele trás um aparato de parafernálias produzidos por ele mesmo. O investigador passa a contar também com a ajuda da jovem Katrina Van Tassel (Christina Ricci), filha de um dos principais suspeitos de envolvimento no caso.

Bruxas, conspirações, estranhos acontecimentos sobrenaturais misturam- se ao clima de investigação. O clima do filme é de suspense e embora o terror seja amenizado com tiradas de humor negro, muito bem dosadas e em harmonia com todo o resto, encontramos muitas cenas ensanguentadas, com cortes de cabeça para todos os gostos.

O cenário constantemente enevoado, a arquitetura das casas, assim como as árvores retorcidas que compõem uma floresta nada amigável, tudo gera uma ambientação perfeita e expectativa para a aparição repentina do tal Cavaleiro sem cabeça. O reconhecimento veio através do Oscar conquistado como Melhor direção de arte em 2000.

Os personagens da trama são intrigantes, todos parecem suspeitos, presos a antigos segredos e conspirações. Depp também está super bem como o atrapalhado investigador, ele é o ponto de equilíbrio que fornece cenas bem cômicas em meio a essa atmosfera gótica. O personagem claramente se desenvolve com a trama provando a todos sua capacidade e talento como investigador.

Sendo uma fã assumida eis Johnny Depp como Ichabod Crane em destaque 😉

Atualmente há dois projetos intitulados Sleepy Hollow, ambos são uma adaptação da Lenda do Cavaleiro sem Cabeça para Tv, a proposta é praticamente igual, trazer a história para os tempos atuais. Muitas foram as adaptações para essa lenda, agora temos a notícia desses dois novos trabalhos, mas acho que dificilmente essas produções alcançarão o êxito obtido por Burton.


Aguardei a minha ida ao cinema com bastante expectativa para ver o resultado de uma combinação que pra mim, aparentemente sempre dá certo, o mix de Johnny Depp, Helena Bonham Carter e Tim Burton. Dessa vez porém, fiquei completamente decepcionada ao me deparar com uma história sem propósito, sem liga, sem química entre seus elementos.

O filme é uma adaptação de uma série televisiva americana transmitida entre as décadas de 60 e 70 (Mais informações aqui) numa trama que gira em torno do personagem principal Barnabas Collins vivido por Johnny Depp e a bruxa Angelique Brouchard interpretado por Eva Green. Veja a sinopse oficial:

“No ano de 1752, Joshua e Naomi Collins, com seu jovem filho Barnabas, navegaram da Inglaterra até a América, para começar uma nova vida. Mas mesmo o oceano não conseguiu afastar a terrível maldição que afetava esta família.
Duas décadas depois, Barnabas (Johnny Depp) é o homem mais poderoso da cidade de Collinsport, no estado do Maine. Rico, poderoso e um inveterado boêmio, até que ele comete o grave erro de magoar Angelique Brouchard (Eva Green). Uma bruxa, em todos os sentidos da palavra, ela o condena a se tornar um vampiro e ser enterrado vivo.
Dois séculos depois, Barnabas acaba escapando de sua tumba, se deparando com o novo mundo do ano de 1972. Retornando à sua cidade, descobre que o império de sua família acabou. Porém, alguns descendentes ainda sobrevivem, cada qual com seus segredos. A matriarca Elizabeth Collins Stoddard (Michelle Pfeiffer) conta com a ajuda da psiquiatra Julia Hoffman (Helena Bonham Carter), para lidar com os problemas familiares.
Além disso, na mansão dos Collins também vivem outras figuras, como Roger Collins (Jonny Lee Miller); a rebelde filha Carolyn Stoddard (Chloe Moretz) e o precoce filho David Collins (Gulliver McGrath). O mistério se expande além da família, com o zelador Willie Loomis (kackie Earle Haley) e a nova babá de David, Victoria Winters (Bella Heathcote).”

A proposta acima tornou-se apenas uma casca para alojar personagens distantes e sem conexão. O filme mostra-se incompleto, sem ser capaz de absorver o expectador. As histórias dos personagens são lançadas ao filme de maneira estranha que criaram muitas vezes expectativas que iriam acrescentar posteriormente algo importante a trama, mas que em pouco tempo foram descartados, em vez disso, o que vemos é uma tentativa falha de completar esse grande vazio com piadas que na maior parte das vezes não surtem efeito e está ali, apenas para quebrar a densidade da produção e transformá- la numa espécie de galhofa, isso não é uma crítica da minha parte, seria até legal se as piadas possuissem um certo fundamento e não fossem completamente apelativas.

O que restou de Tim Burton na produção resume-se a fotografia do longa. O ambiente é sombrio e as cores caracteristicas do estilo do autor, gostei da mescla entre a arquitetura antiga, como a própria mansão dos Collins e o seu tom vampiresco confrontando com as inovações e mudanças da década de 70. A aparencia incomum dos personagens são um atrativo a parte. Eu gostei muito da caracterização do Barnabas Collins, ele retoma as caracteristicas do vampiro clássico que costumava queimar a luz do sol. depp trás seus trejeitos habituais, lembrando a peculiaridade do Edward Scissorhands com o olhar e atitude audaciosos do Captain Jack Sparrow

Imagina os ingredientes de um bolo, que separados, não formam algo realmente atrativo. Dark shadows pra mim foi assim, hora um pedaço contendo só a farinha, ora só as claras em neve, enfim os “ingredientes” da produção foram abordados isoladamente e o que tinha tudo pra dar certo e formar um bolo admirável, se perdeu no caminho sem o elemento chave que ligaria todas essas partes.

Ps: Os expectadores do cinema também não contribuíram positivamente para a minha experiência com Dark Shadows. Acho que o tópico “O que (definitivamente) não fazer no cinema” pode merecer um Post bem interessante aqui no Colorindo! 😦


Dark Shadows (Sombras da Noite) é a mais nova parceria entre Johnny Depp e Tim Burton. O filme tem previsão de estréia aqui no Brasil para junho de 2012 e está sendo aguardado pelos fãs de Johnny Depp com grande expectativa (pelo menos eu estou!)

O filme que é a versão cinematográfica de uma novela (ou para nós brasileiros, série de TV) norte-americana exibida entre os anos de 1966 e 1971, contará a história do vampiro Barnabas Collins (Johnny Depp) que após ferir os sentimentos de Angelique Bouchard (Eva Green) acaba sendo amaldiçoado pela moça que era na verdade, uma bruxa muito poderosa. O até então rapaz humano, é transformado em vampiro e em seguida enterrado vivo. Duzentos anos depois, Barnabas ressurge e decide retomar suas propriedades, mas no local só encontra ruínas.

O vampiro também encontra os remanescentes de sua estranha família, personagens misteriosos com suas histórias cheias de segredos todos vivendo em uma mesma mansão. Barnabas então irá tentar recuperar os antigos negócios de sua família e terá que se adaptar a um mundo tão diferente do que conheceu.

Abaixo, a foto de divulgação de Dark Shadows atualmente, e a foto da produção original na década de 60, eu achei bem legal comparar essas duas fotos, são momentos completamente diferentes, separados por todos esses anos e pelos recursos tecnológicos disponibilizado as produções cinematográficas de hoje em dia. Não sei ao certo porque (A fã de Johnny Depp que sou, falando por mim agora) mas acho que o Barnabas de 2012 é bem mais charmoso que o antigo, não acham? 😉

Dark Shadows Versão 2012

Dark Shadows Versão Original (Década 60)

O clima “Tim Burton” do filme me agradou bastante. Eu achei a caracterização de Johnny Depp  incrível, acho perceptível que ele esta super bem no personagem de Barnabas, aliás, Depp com certeza deve ser um grande admirador de Dark Shadows, sabendo-se que o ator comprou os direitos autorais da novela.

Entre o elenco estão Chloe Moretz, , Eva Green, Michelle Pfeiffer, Jackie Earle Haley, Christopher Lee, Jonny Lee Miller, Thomas McDonell, Bella Heathcote e Helena Bonham Carter, ela que mais uma vez receberá um papel de destaque na parceria de Depp e Burton.

Quando li sobre a história, vi as fotos das filmagens, pensei que seria um filme de terror, porém ele na verdade é classificado como uma comédia gótica. No trailer abaixo, isso fica realmente claro!

Bom, agora é só esperar a estréia do filme!